A Sutileza da Cultura Woke e a Condenação do Ocultismo
Você já se perguntou por que as respostas de Deus parecem demorar, ou por que a frieza espiritual se instala em sua casa, afetando até mesmo seus filhos? A resposta pode estar naquilo que você tem permitido entrar pelas portas dos seus olhos e ouvidos. O maior perigo para a vida cristã nem sempre se manifesta em ataques frontais, mas na sutileza do inimigo , que se infiltra através da chamada cultura woke.
Esta cultura, que prega e dissimula ideologias contrárias aos princípios cristãos , manifesta-se por todos os canais: filmes, séries, jogos, redes sociais e plataformas digitais. É uma manifestação moderna da verdade bíblica de que “o mundo jaz no maligno”.
O que o diabo busca é abrir brechas espirituais. Uma brecha é uma porta de entrada que, uma vez aberta por falta de conhecimento ou vigilância, permite a ação destrutiva do adversário. A consequência é grave: respostas às orações que não chegam, curas que não são alcançadas, e filhos que esfriam espiritualmente e se rebelam. O que se segue é uma análise crítica e informativa para cristãos que desejam discernir o conteúdo do entretenimento à luz das Escrituras Sagradas.
A Glorificação da Feitiçaria e o Ocultismo
Deus estabeleceu limites muito claros quanto às práticas ocultas, proibindo-as expressamente. Em Deuteronômio 18:10-12, a Palavra é categórica: não deve haver entre nós quem pratique adivinhação, feitiçaria ou consulte espíritos.
No entanto, a mídia moderna tem apresentado o ocultismo como entretenimento inofensivo, e até mesmo heroico. Filmes, séries e jogos de grande sucesso glorificam a bruxaria, a feitiçaria e a magia como habilidades desejáveis. A narrativa normaliza o que Deus condena explicitamente.
Um crente que consome este tipo de material, especialmente se for um novo convertido ou se não possuir um senso crítico à luz das Escrituras, corre o sério risco de passar por tudo isso e, pior, desejar ser o personagem principal. As práticas de feitiçaria e ocultismo permeiam tais narrativas , e a manipulação de dimensões e projeção astral, apresentadas como poderes heróicos (como em certas produções da Marvel), envolvem consulta a forças espirituais proibidas.
Pactos com as Trevas e Consulta aos Mortos
Há produções que vão além, retratando pactos diretos com o Senhor das Trevas e adoração satânica explícita, mostrando práticas condenadas pela Bíblia Sagrada como inofensivas (como na série Sabrina). Filmes como Invocação do Mal, que promovem a fascinação pela demonologia e espiritismo ou que normalizam a comunicação com espíritos de mortos são brechas abertas para a influência maligna.
O diabo é sutil, e o entretenimento digital e pecado normalizado alimentam apetites nocivos à vida espiritual.
A Bíblia é clara: é proibida a consulta a mortos e a médiums (Levítico 19:31). Além disso, a Palavra desmente a doutrina da reencarnação, promovida em alguns filmes, ao afirmar: “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disso o juízo” (Hebreus 9:27). Colocar este tipo de prática diante dos nossos olhos, além de ferir princípios espirituais, resulta em uma vida espiritual manca, xoxa e muito distante do desejável.
Deus estabeleceu limites claros quanto às práticas ocultas. Em Deuteronômio 18:10-12, a Palavra é categórica: não deve haver entre nós quem pratique adivinhação, feitiçaria ou consulte espíritos.
No entanto, filmes, séries e jogos modernos apresentam estas práticas como entretenimento inofensivo ou até heróico. Produções como a série Harry Potter glorificam a bruxaria, feitiçaria e magia como habilidades desejáveis. A narrativa normaliza o que Deus condena explicitamente.
Vivemos na geração do “não tem nada a ver”. Mas eu lhe pergunto: essa “turma do nada a ver” experimenta a autoridade de Deus para expulsar demônios? Estão cheios do Espírito Santo? Comumente são pessoas vazias, porque suas vidas e seu tempo livre estão cheios dessas coisas que não edificam.
Quando decidimos entregar nossa vida a Jesus, Ele se torna Senhor em TUDO o que há em nós. O salmista diz: “Tudo o que há em mim, bendiga o santo nome do Senhor” (Salmo 103). Qualquer coisa que se aparte disso incorre no risco de abrir brechas espirituais.
Não podemos ser ingênuos. O pecado, mesmo que apresentado como entretenimento ou normalizado pela sociedade, continua sendo pecado. A nossa alma é alimentada por aquilo que vê e ouve. O aviso bíblico é urgente: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23).
O lixo entra na alma pela porta dos olhos. O diabo não brinca de ser diabo, ele veio para roubar, matar e destruir. O avisado vê o mal de longe e se desvia. Que possamos, como cristãos inteligentes, fazer escolhas com sabedoria, blindar a nossa alma e fechar as brechas, para que o inimigo não encontre guarida em nossos lares e corações.
A Idolatria e a Troca do Criador pela Criatura
O primeiro mandamento é a base da nossa fé: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20:3). No entanto, a cultura woke e o entretenimento digital têm normalizado e glamorizado mitologias pagãs e a adoração a divindades falsas.
Muitas produções, como jogos populares, colocam o jogador no papel de deuses mitológicos ou em batalhas entre divindades. A Bíblia nos adverte severamente: “O que os gentios sacrificam, sacrificam-no aos demônios, e não a Deus” (1 Coríntios 10:20). É uma verdade forte, mas é a Palavra de Deus.
Outro ponto alarmante é a promoção do panteísmo e da adoração à natureza como entidade divina, como no filme Avatar. Essa filosofia inverte a ordem: coloca a criação acima do Criador. Romanos 1:25 condena exatamente essa prática, alertando que quem exalta a criatura mais do que o Criador corre o sério risco de ser rejeitado e entregue à impureza. Esse desvio do natural é tão grave que o apóstolo Paulo relaciona essa idolatria com a inversão da ordem natural das coisas.
A Ferida Aberta: Imoralidade Sexual e a Santificação
A pureza sexual é um pilar inegociável da vida cristã. A Palavra declara que “Honrado seja entre todos o matrimônio, e o leito sem mácula” (Hebreus 13:4). Todavia, a mídia contemporânea frequentemente glorifica a fornicação, o adultério e as perversões sexuais.
Séries e jogos normalizam a depravação, mostrando nudez explícita, incesto e práticas sexuais pervertidas. Todas essas práticas são classificadas em Gálatas 5:19 como “obras da carne”. O problema é que a exposição contínua a conteúdos que glamorizam traição e sexualidade precoce corrói o coração e a mente.
Quantas separações, quanta frieza no casamento, quantas perversões dentro do leito conjugal não são resultado de maridos e esposas levando para o quarto práticas inspiradas em tais produções e sites pornográficos?. O sexo foi criado por Deus como bênção dentro do casamento, mas essas produções o distorcem e o propagam “do jeito que o diabo gosta”. A vontade de Deus é a nossa santificação (1 Tessalonicenses 4:3).
Quem guarda a sua alma colocando lixo diante dos olhos não está guardando o seu coração.
A Glorificação da Violência e a Queda da Autoridade
Outra grande brecha se abre quando o entretenimento glorifica a violência, o assassinato e a vingança, contradizendo o mandamento: “Não matarás”. Filmes em que assassinatos em massa são mostrados como “justiça heroica”, ou jogos que apresentam tortura, mutilação e sadismo extremo, são condenados pelas Escrituras. O Salmo 11:5 declara: “Deus odeia a quem ama a violência”.
A Bíblia também ensina que “Toda autoridade é instituída por Deus” (Romanos 13:1-2). Contudo, séries e jogos frequentemente apresentam criminosos como heróis e a rebelião contra o sistema como virtude. O enredo é montado para que o espectador torça pelo bandido (como em La Casa de Papel), incitando a resistência à ordem e à autoridade. A rebelião, na Bíblia, é equiparada ao pecado da feitiçaria. A vingança pertence a Deus, e a ninguém devemos tornar mal por mal (Romanos 12:17).
Conclusão: Fechando as Brechas e o Chamado Urgente à Vigilância
Chegamos ao cerne deste estudo, que não é para colocar uma assombração na cabeça de ninguém, mas para trazer sabedoria de Deus e discernimento. Vivemos na geração do “não tem nada a ver”. Mas a Palavra de Deus nos alerta de forma contundente: o pecado, mesmo que seja apresentado como entretenimento, normalizado pelos homens e glamorizado pela sociedade, continua sendo pecado.
Nossa alma é alimentada por aquilo que entra pelos nossos olhos e ouvidos. A exposição contínua a conteúdos que glorificam o ocultismo, a idolatria, a violência ou a imoralidade não apenas enfraquece a nossa fé, mas abre perigosas brechas espirituais que permitem a ação destrutiva do inimigo em nossos lares, casamentos e na vida de nossos filhos. O diabo não brinca de ser diabo, ele veio para roubar, matar e destruir.
Quando decidimos entregar nossa vida a Jesus, Ele se torna Senhor em TUDO o que há em nós. Qualquer coisa que se aparte disso, nós estamos incorrendo no risco de abrirmos brechas espirituais. O avisado vê o mal de longe e se desvia, mas o simples passa e sofre a pena.
Reflexão Final:
- O Chamado Urgente: Que possamos, como cristãos inteligentes, fazer escolhas com sabedoria , blindar a nossa alma e fechar as brechas, para que o inimigo não encontre guarida em nossos lares. O conselho bíblico é urgente e claro: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23).
- A Responsabilidade: Não podemos ser ingênuos. Faça escolhas que glorifiquem o nome do Senhor. Guarde o seu coração e a porta de entrada da sua alma, para não permitir que nenhum lixo adentre a nossa vida. Maior é o que está conosco do que aquele que está contra nós.


